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quinta-feira, 29 de junho de 2017


  Lançado por ocasião do 192º. aniversário de fundação de Piracicaba, o livro "POESIAS DE FRANCISCO LAGRECA" era uma coletânea de poesias escritas a partir de 1901 pelo escritor consagrado em Piracicaba. É dele o verso estampado no Monumento ao Soldado Constitucionalista de 1932, situado na Praça José Bonifácio, em Piracicaba. Ele foi um dos mais ferozes críticos à ditadura de Getúlio Vargas durante a Revolução de 1932, tendo artigos publicados durante os três meses do conflito nos jornais "O Momento" e "Jornal de Piracicaba". 
   O livro "POESIAS" tem mais de 200 páginas, foi editado pelo Departamento Municipal de Cultura em 1º de agosto de 1959, através da Editora Aloisi Limitada. O Departamento possuía em seu corpo Sebastião Ferraz (presidente), Joaquim do Marco (secretário), Severiano Alberto Ferraz Filho (tesoureiro) e Leandro Guerrini (membro). O livro tinha prefácio de Losso Netto.
   O destaque nesta obra fica para três poesias escritas em 1932, por ocasião da Revolução Constitucionalista, intituladas "Na noite grande da vigília" (Às mães piracicabanas na véspera da partida de seus filhos), "O leão que dormia..." (Ode ao povo paulista que despertou para a guerra) e "A Ennes" (pelo teu aniversário).

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Piracicaba que amamos tanto


“PIRACICABA QUE AMAMOS TANTO” é o primeiro volume de três livros escritos pelo ‘caipiracicabano’ Cecílio Elias Netto em homenagem aos 250 anos da cidade (que serão completados em 1º de agosto de 2017).

A obra, que conta com o apoio cultural das empresas Caterpillar, Cosan e Raízen, retrata – em fatos e fotos – a magia e os encantos de Piracicaba, com registros a partir do século 19 até os dias atuais, com o autor narrando, de forma simples, mas ao mesmo tempo opulenta; com linguagem rebuscada, porém espontânea, tudo o que o cidadão piracicabano sente, vê e ouve sobre sua terra, natal ou adotada.

A versificação poética (que poucos escritores conseguem passar) é marca registrada da obra, uma verdadeira declaração de amor a Piracicaba e um precioso presente para a cidade que todos nós amamos tanto.

Ninguém ama aquilo que não conhece

O livro “PIRACICABA QUE AMAMOS TANTO” é mais uma das contribuições de Cecílio Elias Netto para que a história, a cultura, o admirável passado da “Noiva da Colina” – e o seu presente fervilhante – sejam resgatados, revividos e apresentados às novas gerações como um tesouro que elas mesmas terão que preservar.

Se houver um conteúdo filosófico nessa pretensão, poderíamos resumi-lo numa só expressão, a de Agostinho de Hipona, o Santo Agostinho: “Ninguém ama aquilo que não conhece”. Uma advertência e, também, um ponto de partida.

Como a juventude poderá amar sua cidade se não conhecê-la em sua história, em suas raízes, em sua épica e heróica caminhada? Como poderão, as novas gerações, cuidar de um relicário se não souber de sua verdadeira sacralidade? Em tempos profanos, a preservação e a recuperação do sagrado é, mais do que dever, missão.

Nesse sentido, “Piracicaba, que amamos tanto”  pretende entregar às novas gerações uma verdadeira história iconográfica, com postais, fotos centenárias de pontos turísticos, de escolas, de igrejas, de logradouros públicos, de modos de vida de nossos antepassados. Como ponto de partida, como baliza, como referencial para a construção humanística dessa nova Piracicaba que surge com a era digital.

Conhecer para amar ainda mais, essa é a síntese da obra, cujos textos de apresentação são assinados por Gustavo Alvim, reitor da Universidade Metodista de Piracicaba; Rubens Ometto Silveira Mello, presidente do conselho de administração do Grupo Cosan, e por Odair Renosto, presidente da Caterpillar.

Segundo Gustavo Jacques Dias Alvim a obra, concebida por Cecílio, é um presente antecipado à eterna “Noiva da Colina”, que, em 2017, celebrará os 250 anos de fundação. “Ao me aprofundar na leitura, pude constatar, uma vez mais, o quão imenso é o amor do autor por essa cidade. Ademais, o quanto ele conhece da sua história. O seu profundo conhecimento explica o seu eterno, crescente e inigualável bem-querer por essa terra”, declara.

O empresário Rubens Ometto Silveira Mello se diz honrado por poder prefaciar o livro, destacando que a história da cidade se confunde com a do desenvolvimento do Estado de São Paulo. “Piracicaba é o berço da indústria do açúcar e do álcool no País. É uma cidade com vocação para o sucesso e que incentiva todos os que desejam empreender e construir seus negócios”, completa.

Vice-presidente de etanol, açúcar e bioenergia da Raízen, Pedro Mizutani reconheceu a importância da obra de Cecílio Elias Netto para a história de Piracicaba. “ Poucas cidades brasileiras tiveram tanto protagonismo no desenvolvimento de uma indústria quanto Piracicaba na consolidação do setor sucroenergético brasileiro. A Raízen se orgulha de fazer parte dessa história e se sente honrada em apoiar a publicação de uma obra de tamanha importância para o registro da cultura piracicabana. O livro “Piracicaba que Amamos Tanto” traz grandes contribuições para o povo piracicabano ao resgatar momentos importantes e documentar a paixão dos que fazem desta cidade a Piracicaba que merece todas as homenagens.

Cecílio Elias Netto

Nascido em Piracicaba, interior de São Paulo, no dia 24 de junho de 1940, Cecílio Elias Netto é advogado, jornalista e escritor, com mais de 20 livros publicados, entre as quais as obras primas “Isto é Meu Corpo”, “Misere Mei, Amor”, Bagaços da Cana” e “Dicionário do Dialeto Caipiracicabano – Arco, Tarco e Verva”, com mais de 50 mil cópias vendidas.

Apaixonado por sua terra natal, Cecílio, desde muito jovem, abraçou a missão de se aprofundar, de cuidar, de preservar, de conservar, de proteger e de propagar a riquíssima história de Piracicaba. O expressivo número de obras publicadas (como jornalista e escritor) e a posse de amplo material iconográfico da cidade de Piracicaba, fazem de Cecílio Elias Netto um colecionador de rara expressão e grande fonte a todos que queiram aprofundar-se na história do município.

O LIVRO

Título: PIRACICABA QUE AMAMOS TANTO

Capa Dura, Edição Luxo (c/ Verniz UF, Hot Stamping e Corte de Faca)

Formato/ Capa: 25,5 cm x 25,5 cm

Formato/ Miolo: 25cm x 25cm Miolo

Papel: Couchê Brilho 170g

Cores: 4×4

Número de Páginas: 212 (4 Conjunto de Capa + 208 páginas Miolo)

Idiomas: Português e Inglês

Tiragem: 3.000 exemplares (1ª edição)

Editora: B2/ IHGP – Instituto Histórico e Geográfico de Piracicaba

O livro conta com o apoio das empresas Caterpillar, Cosan e Raízen, através da Lei Rouanet/ MINC, número do projeto cultural 144783. E ainda com a participação de Empório Produções, de Marcio Sartório.

sábado, 24 de junho de 2017

Roberto Azevedo - ilustre piracicabano


Roberto Azevedo - Piracicaba, São Paulo,  em 1951 – São Paulo em 30/04/1988

O ator Roberto Azevedo começou no teatro na década de 60. Foi para a televisão em 1972 integrando o elenco jovem da novela “Eu e a Moto” da TV Record.

Em mais de 20 anos de carreira, trabalhou em 29 peças teatrais, a última delas “O Feitiço” e fez quatro novelas (“Eu e a Moto”, “Jogo da Vida” e “Elas por Elas”, ambas na TV Globo e “Razão de Viver” no SBT). Suas participações mais lembradas são no entanto nos programas humorísticos: “O Planeta dos Homens” e “Veja o Gordo”.

No cinema, atuou em dois filmes: A Noiva da Cidade em 1978; e Vamos Cantar Disco Baby, em 1979.

Faleceu em 30 de abril de 1988 no Hospital Emílio Ribas, na capital paulista, por complicações decorrentes da AIDS. À altura da sua morte, passou a integrar ao elenco de humoristas do SBT e protagonizava a comédia teatral O Feitiço, de Oduvaldo Vianna Filho. Foi enterrado em Piracicaba.

Televisão - trabalhos
1972/1973 - Eu e a Moto
1973/1975 - Chico City - Vários Personagens
1976/1980 - Planeta dos Homens - Vários Personagens, como Charles
1981/1982 - Jogo da Vida - Zelito Bonaiutti
1982 - Elas por Elas - Amoroso
1982 - Estúdio A...Gildo - Vários Personagens
1983 - Razão de Viver - Lauro
1984/1987 - Viva o Gordo - Vários Personagens

Cinema - trabalhos
1978 - A Noiva da Cidade - Maneco
1979 - Vamos Cantar Disco Baby - Tufik

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Selo dos 250 anos



   O prefeito Barjas Negri apresentou em abril o logotipo oficial para as comemorações do aniversário de 250 anos de Piracicaba. O trabalho escolhido foi o do publicitário Fábio Grecchi, após votação dos integrantes de comissão criada para as festividades da cidade.

   O concurso, promovido pela Prefeitura, recebeu pela internet 22 trabalhos de publicitários de Piracicaba e de outras cidades da região, como Campinas.

   De acordo com o prefeito Barjas Negri, a programação do aniversário será extensa e ainda brincou que o mês de agosto deveria ter 40 dias para caber toda a programação. "Mas isso é bom, isso significa que as pessoas estão participando. Eu tenho certeza que teremos bons eventos, bons lançamentos de livros, bons debates e que nós teremos a melhor programação de 250 anos". Barjas ainda frisou que espera que a imprensa divulgue bem e que o logotipo pode ser utilizado por quem quiser nas suas comunicações e papelarias.

   Para a escolha, foram apresentados os trabalhos (sem qualquer identificação) e foi feita uma primeira votação. Dos 22, restaram seis propostas. Em seguida, em nova votação, foram escolhidos três e, com 16 votos, acabou sendo escolhido o logotipo do publicitário Fábio Grecchi.

   O logotipo criado pelo publicitário Fábio Grecchi buscou inspiração nas belezas que as pessoas, tanto os piracicabanos quanto os turistas, veem na região da Rua do Porto, um dos principais cartões-postais de Piracicaba. "Juntei os elementos Engenho Central, peixe e rio à cana-de-açúcar, para ressaltar tantos as belezas naturais quanto lembrar o desenvolvimento da cidade, por meio do agronegócio", explicou Grecchi.